O encontro foi estranho. Estava me esperando no lugar mais incrível da cidade. Ficou me olhando. Senti vergonha. Disse que eu era mais bonito do que lembrava. Eu pensei o mesmo. Começamos a caminhar e, junto com a caminhada, a conversar. A conversa era ótima. Falamos sobre tudo. Me falou sobre a vida. Perguntou sobre a minha. Mostrou interesse. Mais uma vez disse que eu era lindo. Novamente pensei o mesmo. Pedimos uma cerveja... duas, três. Conversamos mais. Me pediu um beijo. Eu dei. Um...dois, três. Quantos quis. Quantos eu tive vontade. Tive vontade de beijar não pelo cabelo. Ou o estilo. Ou pelos olhos pequenos extremamente charmosos. Nem pelas pernas que estavam a mostra. Quis beijar a conversa, os detalhes. Quis beijar o sorriso meigo. Quis beijar os elogios. Quis beijar a ternura.
Prometemos manter segredo sobre certos detalhes. Bebemos mais. Beijamos mais. E a hora passou. E já era hora de ir. Novamente caminhamos. E a conversa continuava. Nos despedimos. Falamos sobre nos vermos de novo. Nos despedimos de vez. Se foi...
... segundos depois: Adorei. E mais uma vez eu pensei o mesmo...
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